Dr Farias confirma pre candidatura a Assembleia em Ji Parana
Mobiliza confirma Samuel Farias pré-candidato; médico com duas décadas na saúde pretende ampliar atenção básica e acesso a especialistas na região.
Carregando...
O Requerimento nº 80/2025 em Porto Velho pede a suspensão de um contrato da Prefeitura, mas especialistas afirmam que a Câmara não pode revogar decisões judiciais.
O Requerimento nº 80/2025, apresentado por vereadores da Câmara Municipal de Porto Velho, solicita a inclusão na ordem do dia de um projeto de decreto legislativo que visa sustar o Contrato nº 028/PGM/2025 da Prefeitura. Essa solicitação trouxe à tona discussões sobre os limites constitucionais do Poder Legislativo.
O requerimento menciona uma decisão judicial recente, registrada no Processo nº 0807578-21.2025.8.22.0000, que suspendeu uma liminar e sentença anterior relacionada ao contrato em questão.
Especialistas entrevistados afirmam que a Câmara não possui autoridade para revogar ou anular decisões judiciais por meio de requerimentos ou decretos legislativos. A separação entre os poderes é uma cláusula pétrea da Constituição, o que significa que, embora o Legislativo tenha o poder de fiscalizar contratos administrativos, não pode suspender decisões do Judiciário. Tal ato configuraria uma afronta à ordem constitucional.
A Constituição Federal, em seu artigo 2º, destaca que os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário atuam de forma independente e harmônica. A intervenção legislativa é permitida em casos de abuso do poder regulamentar ou ilegalidade em contratos, mas uma decisão judicial em vigor deve ser mantida até que ocorra uma reforma por instância superior.
O projeto em pauta busca sustar um contrato que foi firmado pela Secretaria Municipal de Saneamento e Serviços Básicos (SEMUSB), no âmbito do Processo Administrativo nº 00600-00004261/2025-49-0. Embora o requerimento invoque “fato superveniente” e “urgência na deliberação legislativa”, há uma percepção de que se trata de uma manobra política para assegurar o contrato com a empresa Marquise.
A assessoria jurídica da Câmara ainda não se manifestou sobre a situação, mas é esperado que o tema gere discussão nas próximas sessões, especialmente em relação à constitucionalidade da proposta.
Atualmente, o Prefeito Leonardo Moraes encontra-se em uma situação delicada: deve cumprir a ordem do Tribunal de Contas e do Tribunal de Justiça, contrariando os vereadores, ou contestar a posição dos vereadores enquanto obedece às determinações do TCE e TJ.
Fonte da imagem: Ilustrativa/ Reprodução da Internet
Fonte das informações: Rondoniaovivo
Mobiliza confirma Samuel Farias pré-candidato; médico com duas décadas na saúde pretende ampliar atenção básica e acesso a especialistas na região.
Sílvia Cristina entregou em Ji-Paraná um ônibus ao Senar/Faperon, via programa Cidadania Plena e investimento do mandato, para levar produtores a cursos.
ASFAGUAM, em Guajará-Mirim, recebeu R$ 394,9 mil de emenda para campeonatos; verba financiará materiais, uniformes, troféus e pagamento de arbitragem.
These cookies are essential for the website to function properly.
These cookies help us understand how visitors interact with the website.
These cookies are used to deliver personalized advertisements.