Pre candidato Scheid alerta para aumento da violencia em Rondonia
Bruno Bolsonaro Scheid, pré-candidato, criticou políticas de segurança: afirmou que Rondônia é 2.º mais perigoso para mulheres, com agressão a cada 30min.
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A recente taxação de 50% imposta pelos EUA aos produtos brasileiros vai além de uma disputa com o Brasil, refletindo uma estratégia comercial mais ampla de intimidação.
A recente declaração de guerra comercial dos Estados Unidos não se restringe apenas ao Brasil, ao presidente Lula ou ao ministro Alexandre de Moraes. Essa percepção é equivocada e parte das bolhas lulista e bolsonarista; a primeira alega defender seu líder para garantir eleições futuras, enquanto a segunda busca libertar o ex-presidente Jair Bolsonaro da prisão. A taxação de 50% sobre produtos brasileiros, embora tenha sido flexibilizada, é vista erroneamente como um ataque específico dos EUA, sob a liderança de Donald Trump, ao Brasil.
Este movimento, embora possa ser interpretado como uma ameaça, é mais um blefe de Trump, que utiliza táticas semelhantes contra várias nações, criando argumentos distorcidos para justificar sua decisão. Assim, não estamos diante de uma agressão direcionada exclusivamente ao Brasil, mas a uma postura agressiva contra diversos países.
No Brasil, essa ação é considerada uma agressão significativa, mas menos nociva do que as taxas impostas por Trump a produtos americanos, como o café e frutas, que impactam diretamente o cotidiano das famílias nos Estados Unidos. Enquanto os cidadãos americanos não se mobilizarem contra essa realidade, o Brasil continuará sob ameaça, o que poderá até comprometer a realização da COP30 em Belém.
Embora tenham surgido diversas teorias para explicar a postura combativa de Trump, parece se tratar da estratégia típica de um valentão que intimida os mais fracos até encontrar alguém que lhe resista. A COP30 pode se tornar um espaço para essa resistência.
No cenário político local, a primeira eleição da prefeitura de Porto Velho ocorreu em 1985, com Jerônimo Garcia de Santana sendo o vencedor em meio a uma disputa com outros quatro candidatos. É interessante notar que Rondônia, conhecida por sua linha conservadora política, elegeu um ex-guerrilheiro, que se tornaria o primeiro governador eleito pelo voto direto no estado, na nova fase da política brasileira.
Além disso, vários políticos da região foram alvo de práticas relacionadas a bruxarias em suas carreiras. Os ex-prefeitos Roberto Sobrinho e Hildon Chaves se destacaram como aqueles que mais sofreram com essas situações, evidenciando uma cultura política em que a popularidade se torna um alvo para ações de adversários.
Atualmente, o prefeito de Porto Velho, Leo Moraes, está se destacando em sua administração, considerados os melhores desempenhos na história da capital em comparação com gestões anteriores. Apesar de alguns desafios relacionados a contratos reprovados pelo Tribunal de Contas, sua postura administrativa tem sido elogiada, especialmente em ações de mitigação das alagações e inovações como a criação da Feira de Empregos.
Rondônia se prepara para as eleições de 2026, um cenário em que muitos vereadores de Porto Velho e secretários municipais já se mostram dispostos a disputar as cadeiras da Assembleia Legislativa e da Câmara dos Deputados. Nomes como os vereadores Marcio Pacele e Everaldo Fogaça, bem como o secretário Vinicius Miguel, estão entre os que representam boas perspectivas para as eleições futuras.
A transferência de votos tem revelado um fenômeno interessante nas eleições em Rondônia, onde personalidades de grande aprovação não têm conseguido transferir seus votos a candidatos indicados. Um exemplo claro é o ex-prefeito Hildon Chaves, que transferiu bem sua popularidade para a esposa, enquanto Leo Moraes não teve o mesmo sucesso em apoiar seu irmão na última eleição.
Os clãs políticos em Porto Velho estão se expandindo, refletindo uma tradição regional ao longo das décadas. Clãs como os Chaves e os Moraes estão se solidificando, e essa dinâmica é similar aos grupos políticos históricos que têm raízes em várias cidades do estado.
Entre outras questões, destaca-se que a grilagem de terras é um problema persistente em Rondônia e estados vizinhos, gerando conflitos que frequentemente resultam em violência. Além disso, o ex-prefeito de Ji-Paraná, Jesualdo Pires, tem sido procurado para compor chapas como vice-governador, enquanto a situação dos garimpos clandestinos na região se torna cada vez mais preocupante, com a transformação desses locais em núcleos do tráfico de drogas.
Fonte das informações: Rondoniaovivo
```Bruno Bolsonaro Scheid, pré-candidato, criticou políticas de segurança: afirmou que Rondônia é 2.º mais perigoso para mulheres, com agressão a cada 30min.
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